29/07/2010

CINECUFA 2010




- DA PERIFERIA PARA O MUNDO -

O CineCufa é um Festival Internacional de Cinema, organizado pela Central Única das Favelas (CUFA), que exibe somente produções criadas por moradores de favelas, promovendo inserção e visibilidade de novos produtores no mercado de exibição.

QUANDO ACONTECERÁ?

A quarta edição do CineCufa acontecerá de 24 de agosto a 05 de setembro, no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB).

DESTAQUES DA PROGRAMAÇÃO 2010:

O ator, cineasta e roteirista Zózimo Bulbul é o grande homenageado desta quarta edição do CineCufa. Zózimo transita nas áreas do cinema e televisão. Como ator iniciou a carreira no Centro Popular de Cultura, da UNE. Na TV, foi o primeiro protagonista negro de uma novela brasileira, fazendo par romântico com Leila Diniz em "Vidas em Conflito" e também atuou na novela “Xica da Silva”, entre outras. No cinema dirigiu “Abolição” - filme premiado no exterior – “Dia de Alforria”, “Pequena África” e participou como ator do “Cinco Vezes Favela”. Zózimo Bulbul é o fundador do Centro Afro de Cinema. A homenagem acontecerá na festa de abertura do Festival seguida de depoimentos de amigos e familiares e com a presença do próprio.

QUAIS FILMES SERÃO EXIBIDOS?

Na grade deste ano, temos a satisfação de apresentar a inédita novela “Em Busca da Vida”, roteirizada e protagonizada por garotos indígenas (Aymaras e Quechuas) de La Paz, Bolívia. A produção é assinada pela ONG Shine-a-Light, coordenado por Kurt Shaw, uma instituição internacional que atua em diferentes países da América Latina a diversos grupos que por muitas vezes são desfavorecidos pela indústria, como os indígenas, crianças de periferia, ex-guerrilheiros colombianos, entre tantos outros. A instituição também oferece a oportunidade de inserção de jovens no audiovisual, e ao apresentar uma novela no CineCufa provam que não há limites quando a vontade de realizar se faz presente.
Além da novela boliviana esse ano o CineCufa terá filmes vindos de diversos países como: Holanda, Estados Unidos, Portugal, México, França e Alemanha. Oficinas e companhias de audiovisual e ONGS de todo o Brasil.


DEBATES COM PROFISSIONAIS RENOMADOS DO CINEMA.
MARQUE PRESENÇA:

Dia 24 de agosto: “5X FAVELA, AGORA POR NÓS MESMOS” EM DEBATE

O longa-metragem “5x favela” é formado por cinco histórias independentes entre si, cômicas e trágicas, que refletem as múltiplas faces do cotidiano dos moradores das favelas e fogem dos estereótipos violentos que costumam se perpetuar na representação da vida nas comunidades. Os diretores se reúnem para um debate franco e direto, levantando questões relativas acerca da produção do filme.
Mesa: Cacau Amaral, Cadu Barcellos, Luciana Bezerra, Luciano Vidigal, Manaíra Carneiro, Rodrigo Felha, Quito Ribeiro e Wavá Novais.
Mediador: Cacá Diegues

Dia 26 de agosto: CINEMA, TV e CELULAR

É filme por que está no cinema? E quando vende para a televisão, é programa? Filme no celular pode? Ou é vídeo? As novas formas de se produzir audiovisual, as plataformas de mídia e o modo pelo qual o espectador vem acompanhando esta transformação é itinerante. O debate pretende discutir a estética dessa conjunção e destacar se há um limite para cada termo.

Mesa: Arthur Omar e Luiz Antônio Pilar
Mediadora: Maria Arlete Gonçalves


Dia 31 de agosto: PROFISSÃO ROTEIRISTA

O objetivo dessa mesa é trazer à tona questões pelo ponto de vista in loco, pois a maioria dos roteiristas de cinema ainda trabalha no risco, e para receber “a posteriori”, o que os obriga a fazer o trabalho nas horas vagas de outras tarefas profissionais, e sem certeza se serão remunerados. Este debate pretende percorrer os desafios criativos e financeiros enfrentados por autores e roteiristas; e a trajetória rumo à profissionalização.
Mesa: Matheus Souza e Eduardo BR
Mediador: Jorge Duran

Dia 2 de setembro: LIMITES DO DOCUMENTÁRIO

Pode-se afirmar que a ética está presente em todas as fases de trabalho delineando o limite do filme. Este debate pretende discutir a questão e também abordar outro fator candente em documentário: será aceitável embelezar a miséria e a violência, ou seja, transformar o sofrimento alheio em veículo comercial, sem cair numa relação abusiva com o real.
Mesa: Rodrigo Pimentel e MV Bill
Mediador: Anderson Quak


ASSISTO AOS FILMES E VOTO NO MEU PREFERIDO

O festival é democrático, o público vota e escolhe o melhor filme. Ainda tem o prêmio “Estado do Rio de janeiro - Na tela da favela”, oferecido pela Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro, com o objetivo de premiar os melhores filmes nas categorias:

- Melhor Filme - Júri Especializado
-Melhor Documentário - Júri Especializado
- Melhor Filme – Júri Popular

ASSISTO A FILMES EXCLUSIVOS E AINDA GANHO COM ISSO?
Os mais assíduos que forem ao CineCufa ganharão passaportes para curtir um cinema de graça em qualquer sessão da Rede UCI Cinemas até 31 de dezembro.
NÃO ESTAREI NO RIO DE JANEIRO, VOU PERDER?
Claro que não! Se você não estiver no Rio de Janeiro no período do CineCufa, não se preocupe, pois nesta quarta edição o canal de internet ELO COMPANY, líder em distribuição de conteúdo audiovisual pela internet, exibirá a versão on line do festival paralelamente a mostra no CCBB. O canal fará uma votação popular premiando o filme vencedor com uma câmera de vídeo.

Terças e Quintas: 1° sessão: 18h, Debate às 19h
Quartas e Sextas: 1° sessão: 15:30h, 2° sessão: 18h
Sábados e Domingos: Sessão única: 17h


CONTAGEM REGRESSIVA...

Todo o mundo se encontra no CineCufa!
http://www.cinecufa.com.br/

28/07/2010

Galhos do Forúm Permanente de Cultura.

Partido da Cultura de Mato Grosso aprova carta de propostas em plenária

Por Fernanda Quevedo

Classe cultural debatendo as propostas do PCult


Ontem, na Casa Fora do Eixo, os militantes do Partido da Cultura, também conhecido como PCult – MT, encontraram-se pela segunda vez, e aprovaram a carta de propostas a ser apresentada aos candidatos da eleição que se aproxima. O Partido, que se configura como um movimento de profissionais da cultura, organizados no Fórum Permanente de Cultura de Mato Grosso, que intentam tornar o debate cultural latente na agenda política-eleitoral, já conta com o apoio de alguns candidatos, como Wilson Santos, Mauro Mendes, o candidato a Deputado Estadual Aislan Galvão, e Pedro Taques, que concorre a uma vaga no senado.


Aislan Galvão e Pedro Taques estão participando ativamente do debate, sendo que o segundo participou de uma reunião com blogueiros e twitteiros que foi transmitida pelo Twitcam. Já os fiéis escudeiros de Wilson Santos e Mauro Mendes, Mário Olímpio e Fernando Capilé, respectivamente, representaram e declaram apoio de seus candidatos em reunião presencial. Todos os candidatos ao governo já confirmaram presença nas reuniões do PCul-MTt, com exceção de Silval Barbosa.


Candidato a Deputado Estadual Aislan Galvão (camisa listrada) participou pela terceira vez da reunião.

Pablo Capilé, produtor cultural do Espaço Cubo, deu o “pontapé” inicial da reunião, explicando as possíveis duvidas com relação ao movimento e enfatizou: “Enquanto movimento cultural, precisamos envolver os candidatos nas propostas elaboradas pela classe, e evitar a idéia de partidarização do movimento. Essas reuniões que estamos provocando não podem, e nem devem se tornar um palanque eleitoral para os que aqui vierem. Vamos provocar os candidatos, expor as nossas propostas e nos organizarmos para o monitoramento das mesmas”.


Entre os presentes estava o Presidente do Conselho Estadual de Cultura, Johnny Everson, assumiu que demorou um pouco para entender o Pcult. Em debate com a classe, entendeu que era um desdobramento do Fórum Permanente de Cultura. Ele destacou: “o Pcult é um dos galhos do Fórum. Precisamos continuar com a nossa postura suprapartidária, de forma que as nossas inclinações políticas fiquem resguardadas. Cada um de nós tem o seu candidato, e o nosso papel é traze-los para cá”. Mario Olímpio reforçou: “Nosso trabalho é envolver os candidatos na nossa pauta e não se polarizar em acusação”.


Johnny Everson, Presidente do Conselho Estadual de Cultura
(em pé) contribui com o debate.

A plenária, composta por produtores culturais de diversos segmentos como o Cururu e Siriri, Áudio Visual, Artes Cênicas e Visuais, bandas de rock, por jornalistas e também representantes de coletivos culturais como Espaço Cubo e CUFA (Central Única das Favelas), aprovou a carta de propostas que foi escrita com base nas 30 diretrizes prioritárias aprovadas na II Conferência Nacional de Cultura (II CNC), no conjunto de proposições das Conferências Nacionais de Economia Solidária e de Ciência e Tecnologia e nas deliberações do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura.


Destas, foram priorizadas 16 propostas, e todas podem ser visulizadas e questionadas no site do partido, bem como, no caso de Mato Grosso, no Fórum Permanente de Cultura on line. Daqui até o “grande dia”, serão oito terças-feiras, que é o dia da semana reservado para as reuniões do PCult. A próxima será no dia 3 de agosto, no auditório da Secretaria Estadual de Cultura, espaço que também foi bastante questionado por ser um espaço do Estado, mas que foi aprovado pela classe.
Mário Olímpio representando Wilson Santos no Pcult

+ Saiba como foi a reunião na semana passada AQUI!

+ Acompanhe as ações do PCult pelo Brasil AQUI!

+ Siga o @Pcult_MT no twitter e faça parte deste movimento usando a hastag #Pcult

27/07/2010

Comunicação CUFA Sinop integra aos coletivos de Mídias Cuiabanas.



Por Fernanda Quevedo e Lívia Kriukas.

Mídias Integradas Mato-Grossenses

No ultimo sábado (24), a representante da comunicação da CUFA Sinop Lívia Kriukas esteve juntamente com os coordenadores de Comunicação da CUFA-MT em uma reunião com os coletivos de comunicação integrados ao Mic – Mídias Integradas Cuiabanas. Uma das pautas em questão era a abrangência estadual do MIC, de forma que novos agentes do interior do estado pudessem integrar-se ao coletivo.


A outra pauta foi sobre o Partido da Cultura (PCult), movimento capitaneado por profissionais da Cultura de todo o país, com o objetivo do provocar o debate cultural na agenda política nacional, em especial em um ano eleitoral.
Mima – Mídias Integradas Mato-grossenses, como está sendo denominado o coletivo de comunicação estadual, tem como metas, a curto prazo, a criação de uma identidade visual, um site colaborativo, onde os agentes de comunicação todos os envolvidos no processo terão acesso, bem como a formatação da “Semana de Comunicação”. Mima, além de reunir os coletivos integrados, também oportunizará a formação e capacitação dos seus envolvidos.


O Mima fará a divulgação por diversos veículos, em especial nas redes sociais na internet. “Enquanto que em 2008, o Mic foi criado e gerido com pauta nos festivais de todos os coletivos culturais integradas, o Mima será gerido tendo como principal pauta o Partido de Cultura”, ressaltou Ney Hugo da Comunicação do Instituto Cultural Espaço Cubo.
Fazem parte hoje do Mima os agentes de Comunicação da CUFA de Cuiabá, Sinop, Barra do Garças, Marcelandia, Peixoto de Azevedo, do coletivo de áudio visual Próxima Cena, Espaço Cubo, Factóide, entre outros.

21/07/2010

Encontro Estadual das CUFAs em Cuiabá.



A CUFA (Central Única das Favelas) de Sinop através do coordenador geral Anderson Maciel e a coordenadora de comunicaçao Lívia Kriukas, estará presente no encontro estadual de Mato Grosso em Cuiabá, que acontecerá nos dias 21 a 25 de julho. O encontro abordara os temas de comunicação, Política, Administração, Financeiro e projetos.
O encontro estadual esta sendo sediado na sede do Centro Esportivo da CUFA Cuiabá, com lideranças das CUFAs Cuiabá, Sinop, Colider, Rondonópolis, Peixoto de Azevedo, Barra do Garças e Primavera do Leste.

11/07/2010

Curso Economia Solidária




A CUFA (Central Única das Favelas) de Sinop estará presente no curso estadual da ECOSOL (Economia Solidária), que será realizado em Cuiabá, nos dias 12 a 14 deste mês de julho.

Quem estará representando a CUFA no curso será a coordenadora de cumunicação da CUFA Sinop, Lívia Kriukas. A pauta do curso será " Economia solidaria princípios e bandeiras:

* Artesanato

* Comercialização

* Agroecologia

* Territórios da cidadania em Cuiabá.

Por Lívia Kriukas.

09/07/2010

Vítimas da enchente do Rio de Janeiro recebem doações de cimento

Por Cristiana Richard
Fotos: Luciano Gomes

A Central Única das Favelas (CUFA), em parceria com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, participou nesta quarta-feira (07), de evento na Escola Municipal João Ayres Saldanha, em São Gonçalo, da entrega de 12 toneladas de cimento às famílias vítimas das enchentes que atingiram o estado no início do ano. Estavam cadastradas para receber a doação, 70 famílias, mas a doação superou as expectativas e mais de 150 famílias foram beneficiadas com 120 quilos de cimento cada. O cadastramento foi feito na hora do evento.

Compareceu ao evento Carolina Figueiredo, da Chevron, empresa doadora do cimento; Mariana Pombo, da Firjan, empresa mediadora da doação; Allan Borges, Superintendente de Políticas Públicas de Juventude, representando o Governo do Estado; além dos rappers Nega Gizza e MV Bill, representantes da CUFA.


famílias recebendo o cimento

Segundo a coordenadora de responsabilidade social da Chevron, Carolina Figueiredo, a CUFA teve um papel importante na intermediação, sendo uma parceira fundamental na ajuda do cadastramento das famílias necessitadas, “sem a CUFA nós não conseguiríamos chegar nestas famílias”, concluiu Carolina, também acrescentando que espera que este cimento simbolize uma esperança, um recomeçar para estas famílias.

A Firjan – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, foi representada pela coordenadora de responsabilidade social Mariana Pombo que disse “o papel da Firjan aqui é promover e conscientizar as indústrias do Rio a fazer programas e ações sociais no Estado”. MV Bill e Nega Gizza falaram da importância da doação do cimento, mas que o ato não é uma solução, mas uma forma de amenizar o sofrimento destas famílias vítimas da enchente. Já o representante do governo, Allan Borges ressaltou que “isto não é apenas uma doação de cimento apenas, mas representa uma esperança”. Um dos contemplados da doação de cimento, Ronald Oliveira, fala que ganhou três sacos de cimento, sendo uma ajuda bem gratificante para quem não tem mais nada.


público presente

Este foi mais um evento que mostrou a importância e o poder de mobilização da CUFA na sociedade, reiterando seu papel social na sociedade de levar cidadania, educação, cultura e esporte para os menos favorecidos.


representantes da Cufa, Governo do Estado, Firjan e Chevron.

17/06/2010

CUFA Mato Grosso inaugura base em Matupá no próximo domingo

Metodologia CUFA já é aplicada em 12 municípios do estado. Já no lançamento serão realizadas atividades de esporte, lazer e formação.

Por Fernanda Quevedo

Vista aérea de Matupá

A CUFA-MT (Central Única das Favelas de Mato Grosso) vai lançar mais uma base no Estado. Trata-se da CUFA Matupá, que será inaugurada no dia 20 (domingo), às 15 h., na Praça dos Migrantes, no centro da cidade. Na oportunidade a CUFA, coordenada por Emerson Rodrigues de Araújo, desenvolverá ações como: apresentação da equipe cultural da CUFA de Peixoto de Azevedo, jogos de vôlei, brincadeiras com pula-pula, palestras nas áreas de saúde e segurança pública, mostras artesanais e shows culturais de artistas do município.

Em Mato Grosso, a CUFA está instalada em Cuiabá, Sinop, Barra do Garças, Primavera do Leste, Peixoto de Azevedo, Colíder, Confresa, Aripuanã, Rondonópolis, Alta Floresta, Água Boa, e agora em Matupá. A instituição também está presente em todas as capitais brasileiras, e mais 11 países, sendo eles: Alemanha, Argentina, Áustria, Bolívia, Chile, Colômbia, Espanha, Hungria, Itália, Estados Unidos e Venezeuela.

Emerson Rodrigues, o coordenador da CUFA Matupá é um paranaense de 28 anos, e que há vinte e seis mora em Mato Grosso. Ele é o fundador do Movimento Jovem de Matupá e há sete anos trabalha com a comunidade pelo viés solidário. Já realizou diversas ações como campanhas para a proteção de famílias em situação de risco, e com esse grupo já formado usará a metodologia de trabalho da CUFA para o desenvolvimento de ações locais. “Agora com a metodologia CUFA quero oportunizar para essa juventude algo mais para suas vidas. Espero contar com todos da CUFA nessa jornada e saibam que todos podem contar comigo para a continuação deste trabalho maravilhoso que a CUFA faz”, comenta o coordenador.

A CUFA

Central Única das Favelas é uma organização sólida, reconhecida nacional e internacionalmente pelas esferas políticas, sociais, esportivas e culturais. Foi criada à partir da união entre jovens de várias favelas do Rio de Janeiro – principalmente negros – que buscavam espaços para expressarem suas atitudes, questionamentos ou simplesmente sua vontade de viver.

Através de uma linguagem própria, a CUFA pretende ampliar suas formas e possibilidades de expressão e alcance. Assim, vai difundindo a conscientização das camadas desprivilegiadas da população com oficinas de capacitação profissional, entre outras atividades, que elevam a autoestima da periferia quando levam conhecimento a ela, oferecendo-lhe novas perspectivas.

Para mais informações e/ou interesse em realizar apresentações culturais, entrar em contato pelos telefones: (66) 9953-9361 begin_of_the_skype_highlighting (66) 9953-9361 end_of_the_skype_highlighting – (66) – 3595-2247 ou pelo e-mail emerson.cufamt.mtpa@gmail.com.

Acompanhe as ações da CUFA Matupá pelo blog: www.cufamatupa.blogspot.com

25/05/2010

NOTA

Central Única das Favelas

Conselho Nacional

15 de maio de 2010


Na última quinta-feira, 14, a CUFA tomou conhecimento que um cidadão morador de Carapicuiba, vem se apresentando como “presidente” da Central Única das Favelas desta cidade, com práticas totalmente opostas às adotadas pela CUFA. O Conselho Nacional desta organização declara que não existe base oficial de trabalho da CUFA na cidade de Carapicuiba no Estado de São Paulo.

As bases oficiais da cufa estão apresentadas no seu sitio virtual www.cufa.org.br , e as mesmas podem ser visitadas em seus devidos endereços para confirmação dos trabalhos e veracidades das ações desenvolvidas.

Dessa forma, declaramos falso e com nenhuma ligação com esta organização o email enviado por esse senhor. com o assunto “diga não ao netinho de paula no senado federal” enviado em 12 de maio de 2010 na rede virtual militantespoliticos@yahoo.com.br.

A CUFA não participa de campanhas partidárias e tão pouco promove campanhas de apoio ou rejeição a qualquer candidato. Afirmamos que a partir deste momento estamos entrando com medidas judiciais cabíveis em relação a esse fato.

Aproveitamos para reforçar o respeito e amizade que temos para com o Vereador Netinho de Paula, lembrando que qualquer candidatura de um (uma) afrobrasileiro (a) é motivo de orgulho para esta organização da qual desenvolve ações para que a igualdade no campo social, politico e econômico seja de fato um cotidiano brasileiro.



ATENCIOSAMENTE,


CONSELHO NACIONAL DA CUFA BRASIL

21/05/2010

Projeto Pixaim questiona padrões de beleza e incentiva a aceitação do cabelo “ruim”

Coordenadora do projeto critica o modelo estético hegemônico e acredita que ele estimula o preconceito racial
Reportagem LEDA SAMARA
Edição NATASHA ROMANZOTI
CUFA-MT
Oficinas de leitura e bate-papo são algumas das  ações do projeto
Oficinas de leitura e bate-papo são algumas das ações do projeto
CUFA-MT
Oficinas de trança permitem as mulheres aceiterem  seu cabelo e gerar renda
Oficinas de trança permitem as mulheres aceiterem seu cabelo e gerar renda
CUFA-MT
Além do cabelo, outros aspectos da cultura afro,  como o hip hop, são valorizados
Além do cabelo, outros aspectos da cultura afro, como o hip hop, são valorizados

Nas capas de revista, nos programas de televisão, nas passarelas, desfilam as mulheres mais “belas” do país. Os padrões estéticos atuais determinam o que uma mulher precisa para ser bonita e estampam nas revistas de moda os exemplos a serem seguidos. Para a mulher da “vida real”, a obsessão por perder alguns quilinhos ou por deixar o cabelo impecavelmente liso faz parte da rotina. Mas por que essa busca incessante? Por que é tão difícil se aceitar?

O Projeto Pixaim, realizado pela sede mato-grossense da Central Única das Favelas – CUFA –, trabalha justamente com o questionamento dos padrões de beleza atuais, incentivando a aceitação do cabelo das mulheres negras. A CUFA é uma organização reconhecida internacionalmente, presente em todos estados brasileiros e em alguns países latino-americanos e europeus. A entidade visa desenvolver ações sociais para integrar a população da periferia, em sua maioria formada por pessoas negras. Em entrevista ao Jornal Comunicação, a coordenadora de projetos da CUFA-MT, Neusa Baptista, fala sobre o Pixaim.

Jornal Comunicação: Qual é o padrão de beleza atual e de que forma ele fomenta o preconceito?

Neusa Baptista: No Brasil, as classificações de raça passam pela cor da pele e pela textura do cabelo. É a aparência, e não a origem, que conta. Embora mais da metade da população se declare negra, ainda não vemos o negro como padrão de beleza. Xuxa, Gisele Bundchen, Angelina Jolie e outras beldades brancas são sempre lembradas quando se fala de modelos de beleza. Nas passarelas, as brancas se destacam, assim como nas revistas de moda e até mesmo entre as bonecas infantis. Embora hoje já se discuta uma volta ao padrão natural de beleza (algumas celebridades estão preferindo serem fotografadas ao natural e está em discussão uma lei que obriga as agências de publicidade a informarem o leitor quando for utilizado o Photoshop nas fotografias), ainda há um padrão de beleza e ele é o branco. Com certeza, esse padrão alimenta o preconceito contra todos que estão fora dele; para os homens e mulheres negros, alimenta ainda o preconceito racial, uma vez que a estética negra não está contemplada como modelo de beleza.

Comunicação: Qual a importância em discutir a aceitação do cabelo "pixaim"?

Neusa: O cabelo crespo é uma das marcas da estética negra e, ao lado da cor da pele, está no topo dos itens utilizados para classificar uma pessoa como negra ou outras gradações de cor (morena, chocolate, mulata etc). Para responder ao apelo estético pelo padrão branco – o cabelo liso – muitas mulheres negras agridem seu corpo com o uso de fórmulas de alisamento à base de produtos cáusticos, que degradam o cabelo e o couro cabeludo, e agem negativamente sobre a auto imagem da mulher. O cabelo liso ainda é o ideal de muitas negras, e o crespo é visto como ‘problemático’, ‘ruim’, ‘inadequado’, necessitando de algum tipo de modificação para ser aceito socialmente. A importância está justamente em contrapor este tipo de pensamento, trazendo para as mulheres opções que valorizem o cabelo e a cultura negra.

Assumir a identidade é importante em qualquer situação. Acho que não dá para ser feliz sem isso! Para as mulheres negras, usar uma trança muitas vezes é parte disso. Mas eu sempre digo que é um processo demorado, às vezes leva a vida toda. Pois a cada vez que se assume essa identidade afro, tem que lidar com uma carga maior de preconceito.

Comunicação: Que atividades o projeto oferece as participantes?

Neusa: Hoje está acontecendo a Caravana Pixaim. Vamos visitar 30 municípios do interior, com apresentações teatrais da peça “Cabelo Ruim”, em parceria com o Grupo Teatral Tibanaré. Também faremos o lançamento e doação do livro “Cabelo Ruim?” às escolas, e oficinas de tranças afro.

Além disso, o Projeto Pixaim é, desde o ano passado, um Ponto de Cultura, que tem suas atividades realizadas no Centro Esportivo e Cultural da CUFA-MT, em Cuiabá. Atualmente, oferece oficinas de tranças afro e bonecas negras voltadas às mulheres da comunidade do bairro. Também está montado um telecentro, um cantinho de leitura infantil e um ateliê de costura, que vai ser o ponto de produção das mulheres formadas na oficina de bonecas negras.

Comunicação: De que maneira o projeto contribuiu para a aceitação da identidade negra?

Neusa: O Projeto Pixaim trabalha os eixos da auto aceitação, valorização da estética negra e de incentivo ao empreendedorismo. Temos visto entre as mulheres atendidas que isso age de duas formas: primeiro pela formação crítica que é recebida nas oficinas, por meio de bate-papos sobre temas como a identidade, beleza, o empreendedorismo, autoestima, relação de gênero; segundo, pela aquisição de um novo conhecimento (em tranças ou bonecas) que permite que elas possam dar início a uma nova etapa em suas vidas, gerando renda e também se integrando às ações do Projeto, atuando no Salão de Beleza Comunitário ou o Ateliê Comunitário. Acredito que isso contribui não somente para a aceitação da identidade afro da mulher, mas também de sua identidade enquanto moradora da periferia, valorizando a ambas.

Comunicação: Que outros aspectos da cultura afro devem ser valorizados para fortalecer essa identidade?

Neusa: A CUFA realiza projetos que valorizam uma gama de aspectos da cultura negra, na música, no esporte, no artesanato, no grafite, na estética. Eu vejo este trabalho como uma valorização da realidade do negro urbano, da cultura dos guetos. Com isso, se fortalece a identidade. Muitos jovens se encontram, se redescobrem como dançarinos, grafiteiros, rappers ou até mesmo como lideranças comunitárias a partir da intervenção do trabalho da CUFA.

Comunicação: Você acha que o projeto faz os participantes mudarem suas concepções e questionarem os valores estéticos hegemônicos?

Neusa: É o que esperamos que aconteça. Mudar concepções é um desafio, e depende muito da própria pessoa. O que estimulamos é que pelo menos se crie o questionamento destes padrões. Aí, haverá espaço para mudanças.

Nós da CUFA sentimos que conseguimos transmitir a estas mulheres algumas questões, tais como: existe mesmo padrão de beleza? Qual é ele? Em que eu me enquadro? Quais as dificuldades para quem não se enquadra? Por que a estética negra não é valorizada? Elas percebem que as oficinas do Projeto Pixaim não são como as outras, têm um quê a mais, tanto no conteúdo como na forma, pois valorizamos o saber que a mulher traz, tudo é ensinado na base do bate-papo, da informalidade. Acho que isso as atrai e as estimula.

14/05/2010

CUFA VISITA COMUNIDADES POPULARES DE SINOP

Com intuito de otimizar o Projeto eleições 2010 CUFA, a CUFA (Central Única das Favelas) de Sinop estará visitando as principais comunidades populares do município de Sinop, a fim de levantar demandas ouvindo moradores e lideranças comunitárias.

O projeto teve inicio no ultimo dia 10 de maio com a vista do Coordenador da CUFA Anderson Maciel, acompanhado de voluntários da CUFA Sinop no bairro Jardim do Ouro.

Direcionados pela líder da Pastoral da Criança do Jardim do Ouro, Sra. Anja Maria, a equipe da CUFA visitou todo o bairro, dialogando com dezenas de moradores e conhecendo a creche informal criada pela Pastoral da Criança em parceria com a Igreja Católica da região.

Diante de tudo que foi exposto e visto, resumidamente as principais reinvindicações das comunidades vão à área de asfalto, creche no bairro, atividades de formação e capacitação profissional, investimentos em atividades recreativas e de formações culturais e educacionais.

No próximo dia 23 de maio (domingo) a CUFA Sinop através do Ponto de Cultura Juventude Sinopense Ativa estará em forma de parceria com os organizadores do 4º Arrancadão de Sinop, no objetivo de arrecadar alimentos não perecíveis, das 7:00hrs se estendendo ate as 18:00hrs, na Av. dos Flamboyants no bairro Jd. Botânico em frente ao Viveiro de Mudas Municipal.

Todos os alimentos arrecadados serão distribuídos (com data a ser confirmada) às famílias cadastradas da Pastoral da Criança junto a Igreja Católica do Bairro Jardim do Ouro.

11/05/2010

Entrevista Preto Zezé

Fortaleza além de conhecida por suas maravilhosas praias, também é palco de muito rap na voz de Francisco José Pereira, mais conhecido como rapper Preto Zezé.

Um guerreiro que milita nos palcos e principalmente fora deles há nada mais nada menos que 19 anos. Zezé faz parte do grupo Comunidade da Rima no Ceará que é Formado por W-Man, Preto Zeze, Ligado (vocais e compositores) e Dj Doido nos tocas discos e na produção musical.

Pelo seu trabalho empenhado na CUFA ao lado de MV Bill e Celso Athaide, Zezé já merece um troféu, mas a vida de Preto Zezé vai muito além, nesta terça (11) as 19hrs ele lança o documentário “Selva de Pedra, a Fortaleza Noiada” CUFA CE na FIESP, Entrada Franca.

Imperdível !!!!


E por isso e muito mais que Zezé é um dos grandes guerreiros do Hip Hop Cearense participando de nossa entrevista da Frente Brasileira de Hip Hop.


FBHH: Há quantos anos você esta no movimento hip hop como rapper?

Preto Zezé: Desde 1991.

FBHH: Durante todos esses anos dentro do movimento, o que mudou sua visão que no começo você tinha e agora vê de outra forma?

Preto Zezé: É que o Hip Hop foi muito importante no primeiro momento, para dar identidade, referência, conhecimento, mas ficou ai. As coisas mudaram, o mundo mudou e o Hip Hop não conseguiu acompanhar essas mudanças, sendo assim na CUFA, tivemos que ressignificar o Hip Hop, para não cairmos no Hip Hopismo e padecer do mesmo mal. Assim entendemos a importância do Hip Hop em quanto a linguagem é fio condutor para outras janelas e não um fim em si próprio!

FBHH: O movimento hip hop esta bom do jeito que esta ou precisa melhorar?

Preto Zezé: Não vejo movimento, vejo pessoas se manifestando de forma espontânea, mas ele deixa muito a desejar no sentido de inserir as mulheres, de poder ser uma referencia para uma geração que chega agora e não tem mais acesso àqueles discursos e conteúdo que o Hip Hop da primeira geração tinha que originou os Zezé, os MV Bill e tantos outros. Ou refazemos esse conceito ou estaremos fadados ao fracasso!

FBHH: Como conheceu a Cufa e acabou fazendo parte dessa grande rede?

Preto Zezé: O Celso me encontro lavando carros, achou que eu tinha um potencial camuflado atrás da revolta contra o sistema, fruto de uma formação que já tinha antes da CUFA, uma militância social, daí percebendo isso ele me convidou, temos sete anos de CUFA, um de nome seis na legalidade juridicamente constituída.

FBHH: Além de rapper, compositor, autor e coordenador da Cufa-CE no que mais atua?

Preto Zezé: Eita! Já é coisa o bastante, mas hoje sou consultor nas área da juventude cultural e segurança pública, faço parte do conselho social do MERCOSUL e ainda quando da tempo sou locutor de radio! Sem fala que agora estou me aventurando na produção musical, preparando para produzir alguns instrumentais para o grupo Gangsta G.

FBHH: Sabemos que o crack é um problema nacional, na capa do livro esta escrito “A epidemia do crack em Fortaleza” o fator do crack em Fortaleza esta muito agravante?

Preto Zezé: Sim, porque avisamos desde 2002, ninguém deu ouvido, agora o crack chegou ao asfalto, então vai ter uma repercussão, o que me preocupa e que quando isso ocorre do lado do asfalto é tragédia, na favela é apenas uma estatística. Mas os danos sociais do crack estão espalhados por toda a cidade!

FBHH: Já foi tomada alguma providencia no estado para que diminua esse sério vicio?

Preto Zezé: Ainda não, o poder público local não tem conhecimento, o que se tem e o básico para todas as outras drogas, capaz algumas vagas em hospitais, mas o crack carece de uma rede social onde estado, sociedade e empresários se envolvam, do contrario a selva de pedra vai crescer mais e mais!

FBHH: Como surgiu a idéia tanto de fazer o filme quanto o livro?

Preto Zezé: A idéia inicial era fazer um clipe de rap,quando vi as cenas vi que tínhamos por obrigação levar a fala dos usuários para a sociedade, para que eles também fossem ouvidos. O livro vem para trazer os bastidores que eu não pude colocar no filme, ainda tem um CD de rap coletânea que foi lançado primeiro.

FBHH: Depois de quanto tempo sem usar o crack ele ainda é detectado no organismo?

Preto Zezé: A desintoxicação física é rápida, no entanto a dependência psicológica é algo que temos que cuidar com mais cuidado e com um pouco mais de tempo. Aos indicadores de recuperação são de apenas 30%, falando de álcool, quando se refere ao crack não se tem dados, logo penso que esse percentual deve ser bem menor.

FBHH: Quais são os procedimentos que devemos ter se tivermos um dependente do crack na família?

Preto Zezé: Tentar o máximo resistir a tentação ou ao desespero de querer se livrar do nóia a força, ele só vai se internar se for convencido, e o acompanhar dia a dia para ele não se envolver com o trafico, pois pode ser fatal, pois ele vai se endividar e não vai poder pagar. E fazer o máximo para socialmente desenvolver outras formas de viagens.

Por Lívia Kriukas.

09/05/2010

Feliz Dia das Mães.






O Amor da mãe pode ser traduzido
em uma palavra: Doação.
Falar desse sentimento é entender que ele
é a mais completa forma de amor.

Um amor que se doa,
coloca em primeiro plano o bem-estar,
a segurança de um outro ser.
Impossível falar de mãe
sem falar da pureza de um amor,
que diante de todo o sofrimento disse Sim: Maria.

Uma mãe que,
como tantas mães em nosso país,
olha com lágrimas nos olhos o presente
e o futuro árduo do filho.

Talvez seja por isso que a mãe Maria
se expressa em cada olhar de mãe,
em cada gesto de doação da mulher.

No rosto de uma mulher que assume
a maternidade inteiramente,
mesmo diante de tudo o que há de vir,
há a presença iluminada de um lado vivo,
mas esquecido por todos,
homens e mulheres:
Alinhar ao centro
O AMOR!!!!

A CUFA Sinop deseja a todoas as mães negras,
indígenas, brancas, amarelas
pardas um maravilhoso dia.

05/05/2010

CUFA abre inscrições para oficinas.



A CUFA (Central Única das Favelas) de Sinop juntamente com a AEIOU (Associação Esportiva de Inclusão e Organização Unificada) através do Ponto de Cultura Juventude Sinopense Ativa deu inicio a oficina de break (dança de rua) sábado (1), mais ainda continuamos com as inscrições abertas ate o fim do mês de maio, para jovens de 6 a 17 anos de idade, vagas limitadas.
A oficina de break acontecerá todos os sábados das 14:30 as 16:00hrs com o B.boy Lagartixa.
A CUFA a partir de amanhã (5) estará disponibilizando novas inscrições para as oficinas de Teatro de Rua, Áudio e Vídeo e também de Capoeira.

As inscrições estarão sendo feitas na sede da CUFA nas dependências da Coordenadoria de Esportes do Ginásio São Cristóvão no bairro São Cristóvão.

Mais informações:

Lívia Kriukas (66) 9956-1066

22/04/2010

Dia do Planeta Terra 22 de Abril.


Hoje é dia do Planeta Terra, você deve está se perguntando o que você tem haver com isso?!
Mais nois da CUFA Sinop respondemos!

Planeta é a nossa Casa Cuide!

Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro reserva, ao mesmo tempo, grande perigo e grande esperança. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum.

Devemos nos juntar para gerar uma sociedade sustentável global fundada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade de vida e com as futuras gerações.

20/04/2010

Conheça os artigos produzidos pelos Colunistas da CUFA

Por Fernanda Quevedo

Portal CUFA

A seção de Colunistas do portal da CUFA esta com novos artigos. O fato é que membros da organização estão produzindo semanalmente textos com o mais variados temas que vão desde opiniões sobre o meio ambiente, questões raciais, e até maioridades penal, e que têm tudo ver com o cotidiano dos Cufistas. A idéia é que estes expressem um pouco daquilo que a CUFA pensa, sente e percebe.

Para ler todos os artigos já publicados clique AQUI!

Confira os artigos publicados recentemente:

Ederson Deka – CUFA MT
Título: O Retorno é possivel

Francisco José Pereira (Preto Zezé) – CUFA CE
Título: O Protocolo da Favela

Manoel Soares – CUFA RS
Título: Coração Maduro

Giovanni Nobile Dias – CUFA Paraná
Título: Disputa